CAPES – Global.edu

O Programa Redes para Internacionalização Institucional CAPES -Global.edu tem como finalidade promover a formação de redes de cooperação entre instituições nacionais em diferentes estágios de internacionalização, fortalecendo, por meio da cooperação internacional, o desenvolvimento de atividades estratégicas de pesquisa e pós-graduação.

Seu objetivo geral é contribuir para o fortalecimento do protagonismo internacional do Brasil e para a consolidação do país como parceiro estratégico em iniciativas de alcance global, incentivando a cooperação entre instituições, o diálogo intercultural e a construção de ações voltadas ao desenvolvimento sustentável.

A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) coordena o projeto RedePol – Rede de Políticas Públicas para o Enfrentamento das Desigualdades Sociais, iniciativa da CAPES Global.edu, integrada por mais cinco universidades: Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), Universidade Estadual de Santa Cruz UESC, Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e  a Universidade Federal de Rondônia (UNIR). A rede é composta por 93 programas de pós-graduação, sendo 33 da UERJ, organizados em torno de 7 temas com 94 projetos.

Modalidade das Bolsas

Bolsas no Exterior:
Doutorado Sanduíche
Professor Visitante Junior no Exterior
Professor Visitante Sênior no Exterior
Capacitação em Cursos de curta duração
Bolsas no País:
Jovem Talento com Experiência no Exterior
Pós-doutorado com experiência no exterior
Professor Visitante no Brasil (PVB)
Doutorado Sanduíche no Brasil

RedePol

O Programa Redes para Internacionalização Institucional – CAPES Global.edu junto às IES participantes visa promover a internacionalização em rede por meio da cooperação internacional e  do desenvolvimento de atividades estratégicas de pesquisa e pós-graduação. Ao total serão investidos 72 milhões de reais. Esse aporte financeiro permitirá a formação de recursos humanos para a pesquisa em parcerias internacionais e nacionais, elevando a qualidade da ciência e inovação produzidas na UERJ e nas demais IES parceiras.

A RedePol, ao reunir IES das 5 regiões do país em uma articulação estratégica, voltada ao fortalecimento de políticas públicas inclusivas e sustentáveis, promoverá a integração de ações de alcance internacional com iniciativas nacionais, consolidando-se como um espaço de produção, articulação e incidência em políticas públicas. Desse modo, buscamos reafirmar que políticas públicas efetivas não se constroem sem a participação da sociedade civil e a universidade desempenha papel central nesse processo, contribuindo com conhecimento, pesquisa e compromisso social para a formulação e  implementação de políticas que respondam às demandas da população.

RedePol – Valores aprovados por IES:

Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)R$ 32.931.778,00
Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)R$ 5.988.372,00
Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC)R$ 7.398.078,00
Universidade do Estado da Bahia (UNEB)R$ 6.117.856,00
Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)R$ 13.279.849,00
Universidade Federal de Rondônia (UNIR)R$ 6.540.998,00
TotalR$ 72.256.931,00

Temas

1. Educação no enfrentamento das desigualdades

A discussão sobre a educação e sua relação com o enfrentamento das desigualdades tem ganhado centralidade no debate público, especialmente diante do agravamento das desigualdades sociais por fatores como a pandemia — um cenário que ultrapassa o contexto brasileiro. Pergunta-se: que estratégias são possíveis para enfrentar essas desigualdades? Quais as concepções de igualdade que povoam os discursos educacionais? Através de quais marcos teóricos pensar uma educação igualitária? Como garantir o direito à educação sob a perspectiva da equidade e participação social?

Essas questões evidenciam a importância do tema, com destaque para pesquisas que analisam como a relação entre educação, igualdade e desigualdade e como ela responde às demandas por justiça social, qualidade e inclusão. O reconhecimento da diversidade, a busca por equidade e a inclusão de grupos subalternizados fazem parte do projeto de sociedade justa e democrática. As produções no âmbito deste tema têm potencial de impactar políticas educacionais, formação docente e o cotidiano das escolas da educação básica, tanto em nível nacional quanto internacional.

O caráter inovador está na possibilidade de produzir conhecimento sobre a articulação entre políticas e práticas educativas no Brasil e em países parceiros, por meio de análises conceituais e comparativas de políticas públicas e formação de professores. Isso estimula redes colaborativas de pesquisa e estratégias educacionais inovadoras voltadas à equidade. O impacto social também está na produção de alternativas curriculares contextualizadas, valorizando os protagonismos das infâncias e juventudes, bem como na formação inicial e continuada de professores e gestores. Reafirma-se o papel da universidade pública como espaço de consolidação do debate sobre políticas para a escola básica e de fortalecimento da pesquisa e da pós-graduação, contribuindo para práticas pedagógicas inclusivas e democráticas para todos.

Coordenação: Alice Ribeiro Casimiro Lopes
ProPEd – Programa de Pós-graduação em Educação
Universidade do Estado do Rio de Janeiro

2. Mundos do trabalho e desigualdades

O trabalho no contexto da globalização vem sendo crescentemente desregulamentado, flexibilizado e precarizado, reforçando a trajetória histórica brasileira marcada pelo desemprego, subemprego (informalidade) e rotatividade, com impactos diferenciados da divisão sexual e racial do trabalho. Esse hibridismo de velhas e novas tensões se desdobram em maior insegurança laboral e vulnerabilidade de recursos para subsistência do/a trabalhador/a e sua família, alargando as expressões da questão social e de violação de direitos. No extremo, as persistências do trabalho forçado e do trabalho infantil mostram a perene estrutura de assimetrias sociais. Por sua vez, a moderna dinâmica da digitalização da economia desafia o cenário, apontando para a extinção de postos de trabalho e a emersão de outros, com relações laborais degradantes.

Paradoxalmente, o desafio concentra-se em como forjar trabalho decente, conforme situa o ODS 8, e, ao mesmo tempo, avançar na problematização crítica da estratégia do empreendedorismo e da geração de renda (ODS 8.3). Esses paradoxos envolvem desigualdades de gênero e raça com desdobramentos diferenciados, destacando-se o papel naturalizado das mulheres na reprodução social, inclusive, do trabalho doméstico e de cuidados remunerados, requerendo a atenção pública para o ODS 5 de modo a confrontar as ações de reprodução realizadas no interior das famílias. A ascendência neoliberal sobre o Estado aprofunda os dilemas da reprodução social ao enfraquecer a Seguridade Social e outras políticas sociais estratégicas, por meio do desfinanciamento, da precarização dos serviços, da terceirização dos programas sociais e da fragilização do controle democrático, debilitando a efetividade dos direitos socais e a eficácia das instituições nos termos dos ODS 1,2, 3, 10 e 16. A história da justiça, dos direitos sociais e do trabalho nutre transversalmente esses esforços investigativos, articulando memória e devir no contexto do desenvolvimento sustentável.

Coordenação: Rosangela Nair de Carvalho Barbosa
PPGSS – Programa de Pós-graduação em Serviço Social
Universidade do Estado do Rio de Janeiro

3. Biodiversidade, oceanos e clima

O tema está em consonância com os objetivos centrais dos grupos de pesquisa envolvidos, buscando compreender e mitigar os impactos das mudanças climáticas sobre os sistemas naturais e sociais a partir de uma abordagem interdisciplinar e integrada. A escolha do tema reflete a urgência em compreender as conexões entre os principais componentes do sistema terrestre, atmosfera, biosfera e hidrosfera, e suas retroalimentações, reconhecendo que a estabilidade climática e ecológica depende do equilíbrio entre esses elementos.

A composição da Rede, formada por grupos de pesquisa com reconhecida atuação em ciências ambientais, modelagem computacional, inteligência computacional, ecologia e oceanografia, cria um ambiente propício para tratar o tema sob múltiplas perspectivas científicas. Essa integração de competências permite a utilização de técnicas avançadas de modelagem ambiental e de métodos computacionais para simular processos climáticos, prever impactos sobre a biodiversidade e avaliar cenários de mitigação. O uso de ferramentas de inteligência computacional, como aprendizado de máquina e análise de grandes volumes de dados ambientais, potencializa a capacidade de interpretação e predição de fenômenos complexos, subsidiando políticas públicas.

A proposta visa à formação de recursos humanos altamente qualificados e à produção de conhecimento aplicado à sustentabilidade e à adaptação às mudanças globais. Ao abordar a governança integrada entre clima, biodiversidade e oceanos por meio de abordagens analíticas e computacionais, o tema contribui para a formulação de estratégias inovadoras de mitigação de impactos e conservação ambiental, fortalecendo o papel da Universidade como agente transformador e articulador entre ciência, tecnologia e sociedade.

Coordenação: Heitor Evangelista da Silva
PPGEE – Programa de Pós-graduação em Ecologia e Evolução
PPGG – Programa de Pós-graduação em Geociências
Universidade do Estado do Rio de Janeiro

4. Democracia e direitos humanos

Na primeira década do século XXI, democracia e direitos humanos pareciam ter vencido simbolicamente. Citava-se amplamente a afirmação de A. Sen de que, “contemporaneamente, somos todos igualitários”, I. Shapiro afirmava que todas as vertentes políticas reivindicavam para si a melhor compreensão e defesa do ideal democrático e J. Dunn dizia categoricamente que a democracia havia vencido simbolicamente. Nos anos 2020, enfrentamos o crescimento de extremas direitas em contextos democráticos nacionais que conversam transnacionalmente (em congressos políticos e via redes sociais) e que, simultaneamente, corroboram as citações anteriores, reivindicando para si as melhores interpretações e defesas da liberdade, da igualdade e da democracia, e atacam aquilo que, para autores como Sen, Shapiro, Dunn e muitos outros, era uma certa hegemonia e consenso liberal, igualitário, democrático e de esquerda em torno da defesa dos direitos humanos, da justiça social e da democracia.

Essa extrema direita trouxe para o centro da democracia como forma de governo, o ataque à pauta política dos direitos humanos, da justiça social, da sustentabilidade ambiental, dos direitos das mulheres e LGBTQIA+ e dos direitos das minorias políticas, étnicas, raciais, tradicionais e religiosas. Considerando essa conjuntura presente, olharemos para a democracia moderna como composta por diversas dimensões e processos da vida social (democracia como forma de governo e democracia como forma social) e os direitos humanos em sua pluralidade de significados (sua concepção minimalista e maximalista). A partir dos diversos campos disciplinares que compõem a equipe que faz parte do Eixo Democracia e Direitos Humanos, investigaremos as diversas dimensões em que democracia e direitos humanos existem como processos políticos, sociais, antropológicos, jurídicos, psicológicos e históricos, buscando entendimento teórico e científico os encadeamentos empíricos.

Coordenação: San Romanelli Assumpção
PPGCP – Programa de Pós-graduação em Ciência Política
Universidade do Estado do Rio de Janeiro

5. Saúde Global

O tema “Saúde Global” alinha-se perfeitamente à composição interdisciplinar da Rede, pois reflete a complexidade dos desafios sanitários contemporâneos e demanda a convergência de saberes de diferentes áreas. Este campo dinâmico transcende fronteiras, focando em problemas de saúde que demandam soluções colaborativas e intersetoriais, catalisando inovação e impacto. Dentre as interseções temáticas e metodológicas se destacam a governança global e sistemas resilientes (Saúde Coletiva), questões contemporâneas da alimentação e nutrição (Alimentação, Nutrição e Saúde) força de trabalho em saúde e resposta a crises (Enfermagem); doenças infecciosas emergentes e resistência antimicrobiana (Microbiologia e Biociências, carga global das doenças bucais e iniquidades (Odontologia).

Este tema potencializa a colaboração interdisciplinar e interinstitucional, fornecendo um arcabouço comum para diálogo e co-criação de soluções inovadoras em saúde. Ao atrair parcerias globais, fortalece a atuação da UERJ em redes de pesquisa e ensino internacionais, como exemplificado pela sua experiência na OMS. “Saúde Global” contribui diretamente para os objetivos estratégicos dos Programas, promovendo a internacionalização do ensino e da pesquisa, a formação de líderes com visão global e geração de impactos. Ao adotar “Saúde Global”, a UERJ posiciona-se como polo de excelência estratégica, produzindo conhecimento essencial para responder aos desafios de saúde do século XXI.

Coordenação: Mario Roberto Dal Poz
PPGSC – Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva
Universidade do Estado do Rio de Janeiro

6. Segurança Energética para a Reindustrialização Brasileira: energias renováveis e não renováveis

Ao longo dos anos, a participação do setor industrial na economia brasileira tem diminuído. Este processo deletério é um fator capaz de limitar as perspectivas econômicas futuras para um país de renda média como o Brasil. A reversão desse cenário depende, entre outros fatores, do acesso a um suprimento de energia estável, a um custo competitivo. Este cenário se torna ainda mais complexo considerando a necessidade de conciliar a exploração dos recursos energéticos não renováveis atuais e, ao mesmo tempo, fomentar o uso de energias renováveis para frear o processo de mudança climática. Para ter sucesso neste desafio, o Brasil precisa desenvolver mão-de-obra especializada e soluções científicas e tecnológicas nacionais.

Neste sentido, considerando que a geração de conhecimento é cada vez mais um processo transnacional, é imprescindível que os grupos de pesquisa existentes nos Programas de Pós-graduação no Brasil se integrem às cadeias mundiais de geração de conhecimento. O avanço tecnológico mencionado acima deve estar atrelado às perspectivas futuras da matriz energética no Brasil. Neste contexto, a evolução da oferta de energia não será caracterizada pela convergência para uma fonte única, mas a construção de uma matriz contemplando diferentes alternativas.

Por esta razão, a abordagem do presente tema envolve a participação de grupos de pesquisa distribuídos em diferentes universidades que investigam distintas fontes de energia, tais como, óleo e gás, biocombustíveis, energia nuclear, hidrogênio, etc. De forma integrada à esta investigação, há também pesquisas que buscam racionalizar o consumo de energia, de forma a aumentar a eficiência energética dos processos industriais. Finalmente, considerando que o processo de desfossilização da matriz energética brasileira ainda levará tempo, a rede também contempla estudos envolvendo sequestro de carbono, mitigando assim o impacto da continuação do uso de fontes de energia de origem fóssil neste cenário de transição.

Coordenação: Andre Luiz Hemerly Costa
PEAMB/DEAMB – Pós-graduação em Engenharia Ambiental
Universidade do Estado do Rio de Janeiro

7. Diferença, cultura e subjetividade

A Constituição Federal consagra a igualdade das pessoas, vedando preconceitos de raça, gênero, orientação sexual e origem. Contudo, o aumento do racismo, da violência contra a mulher, LGBTQIA+fobia e xenofobia evidencia contradições que fragilizam a efetivação da democracia. Marcado pelas tecnologias da informação e pelas desigualdades, o conhecimento se configura como força produtiva e estratégica, disputado por Estados e corporações. Planejar políticas inclusivas implica compreender como se articulam as forças políticas, imaginários e ideologias que se contrapõem à diferença, buscando padrões de identidade normativos e monolíticos.

A forma como as noções de identidade e subjetividade são construídas, especialmente por meio de representações veiculadas em plataformas comunicacionais tecnológicas (redes sociais, grupos de Whatsapp, mídia tradicional etc), torna-se um problema da maior importância. Das correntes pós-modernistas, pós-estruturalistas e desconstrucionistas aos estudos culturais, étnico-raciais, feministas, queer, pós-coloniais, marxistas, de gênero e sexualidade, assim como na busca de novas epistemologias, as pesquisas atuais nas Humanidades têm examinado as transformações sociopolíticas em curso e suas implicações para os sujeitos em suas relações diferenciais. Nesse cenário de incertezas individuais e coletivas, os desafios se ampliam no Sul Global em razão do subdesenvolvimento infraestrutural, que afeta diretamente as produções científicas e culturais.

Esta proposta justifica-se pela necessidade de consolidar uma rede internacional de investigação sobre diferença, cultura e subjetividade, com foco em questões da diferença. Ao expandir a cooperação internacional, objetiva-se ressignificar os debates contemporâneos a partir do protagonismo de pesquisas contextuais. Assim, busca-se enfrentar problemas urgentes por meio da colaboração entre pesquisadores(as), em uma rede plural, inclusiva e criticamente atenta às dinâmicas do bem comum.

Coordenação: Felipe Fanuel Xavier Rodrigues
PPGL – Programa de Pós-graduação em Letras
Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Projetos

Educação no enfrentamento das desigualdades

  • UERJ – Educação linguístico-discursiva e ensino de línguas em perspectiva materna e não materna: transdisciplinaridade e inovação em rede colaborativa de pesquisa.
  • UERJ – Políticas de currículo e políticas práticas cotidianas: articulando diferença, cultura e formação.
  • UERJ – Formação de Professores em Comunidades de Formação: a escola como locus de formação humana e da profissionalidade docente.
  • UERJ – Equidade epistemológica: redes investigativas para a construção de uma educação inclusiva e sustentável
  • UERJ – Linguagem, literatura e políticas de educação na sociedade e na história
  • UERJ – Diferentes sujeitos em múltiplas redes educativas: vida cotidiana, participação, memória e história.
  • UERJ – Educação e Periferias: desigualdades, resistências e qualidade social.
  • UDESC – Educação, Equidade e Inclusão: Horizontes Locais e Globais da Justiça Educacional.
  • UESC – Educação de Qualidade para a Equidade e Transformação Social: Processos de escolarização, Desenvolvimento Docente e Concepções Pedagógicas em Rede Global.
  • UFMT – Educação Científica e Matemática para a redução das desigualdades sociais.
  • UFMT – Ensino de História, materiais didáticos e formação continuada: enfrentamento das desigualdades sociais, econômicas e regionais.
  • UFMT – Formação de Professores e Metodologias de Ensino e Aprendizagem para Educação em Ciências e Matemática – Educação de Qualidade e Redução das Desigualdades.
  • UFMT – Internacionalização da Pós-graduação e Redistribuição Epistêmica: o PROEF/UFMT na Amazônia Legal.
  • UFMT – Políticas educacionais de inclusão social e a interculturalidade em questão.
  • UFMT – Formação docente, tecnologias digitais e práticas inclusivas: mediações para a construção de ambientes educacionais acessíveis.
  • UFMT – Tecnologia, Diversidade e Astronomia: Desenvolvimento Produtos Educacionais para a Inclusão Científica.
  • UFMT – Pesquisa sobre desenvolvimento de produtos e processos para a educação básica no Ensino de Ciências da Natureza e Matemática.
  • UFMT – A Formação Continuada como Alavanca da Qualidade: As Contribuições do PROFMAT para o Professor de Matemática.
  • UFMT – Os desafios e perspectivas atuais na formação docente para o ensino de ciências naturais
  • UFMT – Educação Filosófica e Justiça Social: práticas e reflexões para o enfrentamento das desigualdades no ensino de Filosofia.
  • UNEB – Educação, Formação de Professores, Tecnologias e Pluralidade Cultural na Contemporaneidade: práticas, discursos e políticas públicas no campo educacional brasileiro.
  • UNIR – Ciências da Natureza na Amazônia Rondoniense: pesquisa, saberes e práticas.
  • UNIR – Infâncias, inclusão e professores rurais ribeirinhos na Amazônia rondoniense: políticas públicas e pesquisa-ação.
  • UNIR – Educação na Amazônia: a consolidação da educação democrática pela práxis pedagógica, pelos saberes socialmente construídos e por políticas públicas participativas.
  • UNIR – Educação desde a Amazônia: Currículos, Formações e Práticas Pedagógicas articuladas às perspectivas das Histórias, das Políticas e das Gestões Educacionais.

Mundos do trabalho e desigualdades

  • UERJ – História e Sociologia do Poder Judiciário: codificação, trabalho e constitucionalização do direito no Brasil (1808-2018).
  • UERJ – Globalização, Financeirização e Neoliberalização na América Latina: transformações no mundo do trabalho a partir das metrópoles.
  • UERJ – Trabalho e Política Social nas dobras do acirramento da neoliberalização.
  • UFMT – Reconfigurações do Trabalho e da Proteção Social no Capitalismo Contemporâneo.
  • UNEB – Educação de Jovens e Adultos e Justiça Social: Saberes, Práticas Emancipatórias e Políticas Públicas no Contexto Baiano.
  • UNIR – Trabalho, Gestão e Sustentabilidade em Organizações da Amazônia diante das Desigualdades de Gênero, Raça e Precarização.
  • UNIR – Direitos Humanos, Desenvolvimento da Justiça e Trabalho Decente na Amazônia

Biodiversidade, oceanos e clima

  • UERJ – Sociedade e Biodiversidade: estratégias integradas para a sustentabilidade e a conservação.
  • UERJ – Cenários de eventos extremos no Rio de Janeiro e desafios de adaptação.
  • UERJ – Estudo do Transporte de Poluentes em Corpos Hídricos e na Atmosfera.
  • UERJ – Uma ética climática para um planeta em ebulição.
  • UERJ – Integrando a biodiversidade no desenho de soluções para o desenvolvimento sustentável.
  • UERJ – Cenários da Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos na Mata Atlântica e Zonas Costeiras.
  • UERJ – Evolução, Oceanos e Clima: Parcerias Internacionais para a Compreensão da Biodiversidade e Paleobiodiversidade Globais.
  • UERJ – Fortalecimento da Inserção Global do PGBV: Estratégias de Cooperação e Mobilidade Internacional.
  • UDESC – Conservação e Resiliência de Ecossistemas Hídricos em Santa Catarina: Monitoramento e Gestão Integrada frente às Mudanças Climáticas e Eventos Extremos.
  • UESC – Conservação e Resiliência de Ecossistemas Tropicais: Estratégias Integradas para Biodiversidade, Oceanos e Clima em Cenários de Mudanças Globais e Pressão Antrópica na UESC.
  • UFMT – Monitoramento Integrado e Sustentabilidade dos Recursos Hídricos em Mato Grosso.
  • UFMT – Biodiversidade e Sustentabilidade em Mato Grosso: Pesquisa Integrada, Serviços Ecossistêmicos e Internacionalização.
  • UFMT – Ampliando o conhecimento e o papel da diversidade botânica mato-grossense por meio de abordagens multidisciplinares.
  • UNEB – Inovação e Formação Docente em Física: Tecnologias Educacionais e Metodologias Ativas para o Ensino de Ciências na Educação Básica.
  • UNEB – Modelagem Integrada de Processos Socioambientais: Tecnologias, Dados e Sustentabilidade para o Desenvolvimento Territorial na Bahia.
  • UNIR – Dinâmica hidrológica e caracterização ambiental para suporte ao enquadramento de corpos hídricos em Rondônia como instrumento de governança hídrica e conservação da biodiversidade.
  • UNIR – Conservação, Uso e Bioprospecção de Recursos Naturais em Rondônia.

Democracia e direitos humanos

  • UERJ – Desafios contemporâneos à promoção e consolidação dos direitos humanos: subjetividades e contextos sociais.
  • UERJ – Políticas públicas para a democracia e formação humana pelos direitos: internacionalização de produção de conhecimentos do PPFH.
  • UERJ – Desigualdades, Democracia e Direitos Humanos em Perspectiva Comparada.
  • UERJ – Democracia e políticas públicas nas áreas de Economia Política Internacional; Política Externa; Segurança e Defesa; e Política, Cultura e Instituições.
  • UERJ – Democracia e Direitos Humanos – um olhar das Ciências Sociais a partir das desigualdades.
  • UERJ – Democracia, Representação e Direitos Humanos em Perspectiva Comparada.
  • UERJ – Democracia em perspectiva: passado-presente.
  • UDESC – Democracia e Direitos Humanos no Tempo Presente: História, Memória e Ação Política.
  • UFMT – As violações aos direitos humanos no âmbito das cadeias produtivas: a busca por meios de seu combate.
  • UNEB – Linguagens, Memórias e Epistemologias Contra-Hegemônicas: Práticas Culturais e Produção de Sentidos no Sul Global.
  • UNIR – Direitos Humanos, Democracia, Desenvolvimento da Justiça e Políticas Públicas no Território Amazônico.
  • UNIR – Democracia, Direitos Humanos e Justiça Socioambiental no Trabalho em Organizações da Amazônia.

Saúde Global

  • UERJ – Saúde Bucal Global: pesquisa translacional e cooperação internacional em consonância com os ODS.
  • UERJ – Excelência e Internacionalização do Programa de Pós-Graduação em Biociências: Formação, Pesquisa e Inovação na UERJ.
  • UERJ – Determinantes Globais da Saúde Coletiva no Contexto do Programa CAPES-Global.
  • UERJ – Internacionalização em Saúde Global: Perspectivas em Alimentação, Nutrição e Saúde.
  • UERJ – Fortalecimento e internacionalização de produção de evidências científicas em enfermagem para o cuidado à saúde global e alcance dos objetivos do desenvolvimento sustentável.
  • UERJ – Microbiologia, Parasitologia e Imunologia integradas: saúde global, inovação, diagnóstico e sustentabilidade na perspectiva de Uma Só Saúde.
  • UESC – Saúde e Bem-Estar no Ciclo de Vida: Abordagens Integradas dos Mecanismos Comportamentais, Biológicos e Socioambientais, à Saúde Populacional para a Internacionalização da Pesquisa.
  • UFMT – Internacionalização em Rede e Determinantes Globais da Saúde Coletiva: territórios, vulnerabilidades e sustentabilidade em contextos socioambientais.
  • UFMT – Imunomodulação, Bioprospecção e Saúde Global – Interfaces da Imunologia e Parasitologia.
  • UFMT – Pesquisa Internacionalização e Inovação em Ciências Aplicadas à Atenção Hospitalar: Avanços no Cuidado, Gestão e Tecnologia em Saúde.
  • UNEB – Determinantes Sociais, Territoriais e Tecnológicos em Saúde Coletiva: estratégias integradas para equidade, vigilância e promoção da saúde na Bahia.
  • UNIR – Formação profissional para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde e promoção da saúde global: inserção internacional do PROFSAÚDE/UNIR.

Segurança Energética para a Reindustrialização Brasileira: energias renováveis e não renováveis

  • UERJ – GreenFusion: Inovações Tecnológicas para Acelerar a Transição Energética.
  • UERJ – Inteligência Computacional/Artificial Aplicadas a Sistemas Industriais, Nucleares e de Diagnóstico Avançado.
  • UERJ – Fronteiras da Matéria: Materiais Quânticos e Fenômenos Emergentes para a Transição Energética e Tecnológica.
  • UERJ – Integração Internacional em Geociências e Energia: Segurança Energética e Reindustrialização Brasileira.
  • UDESC – Materiais e Tecnologias Avançadas para Segurança Energética e Reindustrialização Sustentável.
  • UESC – Segurança Energética e Reindustrialização Sustentável: Inovação da Ciência Fundamental à Aplicação Tecnológica na UESC.
  • UNEB – Soluções Sustentáveis em Química Aplicada: Desenvolvimento de Processos e Materiais Inovadores para Sistemas Ambientais e Tecnológicos na Bahia.

Diferença, cultura e subjetividade

  • UERJ – Arte, Cultura, Recepção e Alteridade.
  • UERJ – Diferença Espacial e Durabilidades do Colonialismo: Passado, Presente e Futuro.
  • UERJ – Imaginários de Identidade e Diferença na Cultura Contemporânea.
  • UERJ – Literatura como gesto de diferença.
  • UERJ – Ecologia, fenomenologia e decolonialidade.
  • UERJ – O gesto diferenciador da arte.
  • UERJ – Lógica e a inteligibilidade de processos computacionais.
  • UDESC – Arte, Cultura, Recepção e Alteridade: Diferença, Subjetividade e Criação nas Artes em Santa Catarina.
  • UFMT – Culturas e interdisciplinaridades: deslocamentos, regionalidades e práticas decoloniais.
  • UFMT – Marcadores sociais da diferença, Racismos e lógicas de exclusão no neoliberalismo.
  • UFMT – Comunicação, poder e diferença: construções culturais, intersubjetivas e possibilidades de cidadania.
  • UNEB – Memórias, Saberes e Práticas Educativas: História, Ensino e Formação Docente em Perspectiva Crítica e Interdisciplinar no Estado da Bahia.
  • UNIR – Discursos, identidades e resistências nas amazônias.

Ações de Internacionalização

Organizado pelo LABMUNDO, o seminário conta com o apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O evento faz parte da programação do Ciclo de Palestras IESP-UERJ 2026.2, coordenado pelos professores Luiz Augusto Campos e Fabiano Santos. Mais informações: https://iesp.uerj.br/evento/ciclo-de-palestras-2026-2-seminario-labmundo-20-anos/

ㅤAtividade vinculada ao projeto "O gesto diferenciador da Arte", que integra o tema Diferença, Cultura e Subjetividade da RedePol - CAPES Global.edu

ㅤㅤAtividade promovida pela RedePol - Tema Mundos do Trabalho e Desigualdades (CAPES Global.edu).

Editais

(Em breve).

Coletânea de Entendimentos

  • Para acessar, clique aqui.
    Versão atualizada em 26/08/2026

Legislação

  • Portaria CAPES nº 248/2011 - Permite a prorrogação, por até quatro meses, das bolsas de mestrado e doutorado com duração igual ou superior a 24 meses, quando houver afastamento decorrente de parto durante a vigência da bolsa.
  • Portaria CAPES nº 23/2017 - Dispõe sobre os períodos máximos de concessão de bolsas para mestrado e doutorado nos programas geridos pela CAPES, além de outras providências.
  • Portaria CAPES nº 08/2018 - Aprova o Regulamento Geral para Projetos Internacionais, estabelecendo normas para seleção e acompanhamento de projetos conjuntos de pesquisa, parcerias universitárias e outras modalidades de cooperação acadêmica internacional fomentadas pela CAPES/DRI.
  • Portaria CAPES nº 206/2018 - Torna obrigatória a referência ao apoio da CAPES em trabalhos produzidos ou publicados, em qualquer mídia, quando resultantes de atividades financiadas integral ou parcialmente pela Fundação.
  • Portaria CAPES nº 289/2018 - Institui o regulamento das modalidades de bolsas e auxílios no exterior aplicáveis às ações da Diretoria de Relações Internacionais da CAPES.
  • Portaria CAPES nº 01/2020 - Estabelece as modalidades de bolsas de estudos no exterior e no Brasil geridas pela Diretoria de Relações Internacionais da CAPES e define os valores dos benefícios correspondentes.
  • Portaria CAPES nº 33/2023 - Reajusta os valores das bolsas da CAPES concedidas no país, com efeitos financeiros a partir de 1º de fevereiro de 2023.
  • Portaria CAPES nº 315/2024 - Altera a Portaria nº 202/2017 e regulamenta o adicional localidade pago a bolsistas cujo estudo ou pesquisa seja realizado em instituições situadas em cidades consideradas de alto custo.
  • Portaria CAPES nº 74/2025 - Institui o Programa Redes para Internacionalização Institucional – CAPES-Global.Edu e estabelece suas diretrizes gerais.
  • Portaria CAPES nº 79/2025 - Altera dispositivos da Portaria nº 74/2025, incluindo regras dos arts. 3º, 5º e 6º, ajustando a regulamentação do CAPES-Global.Edu.
  • Portaria CAPES nº 37/2026 - Estabelece as condições gerais para concessão, utilização e prestação de contas de recursos financeiros da CAPES, especialmente no âmbito do AUXPE.
  • Programa CAPES-Global.edu

Comitês

Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)

  • Elizabeth Fernandes de Macedo
  • Monica da Costa Pereira Lavalle Heilbron

Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)

  • Sergio Henrique Pezzin
  • Geovana Mendonca Lunardi Mendes

Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC)

  • Fernanda Amato Gaiotto
  • Lauricio Alves Carvalho Pedrosa

Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT)

  • Elizabeth Figueiredo de Sa
  • Sergio Roberto de Paulo

Universidade do Estado da Bahia (UNEB)

  • Carla Liane Nascimento dos Santos
  • Elizeu Clementino de Souza

Universidade Federal de Rondônia (UNIR)

  • Jose Juliano Cedaro
  • Patrícia Ferreira Miranda
  • Educação no enfrentamento das desigualdades

Alice Ribeiro Casimiro Lopes (UERJ)

  • Mundos do trabalho e desigualdades

Rosangela Nair de Carvalho Barbosa (UERJ)

  • Biodiversidade, oceanos e clima

Heitor Evangelista da Silva (UERJ)

  • Democracia e direitos humanos

San Romanelli Assumpção (UERJ)

  • Saúde Global

Mario Roberto Dal Poz (UERJ)

  • Segurança Energética para a Reindustrialização Brasileira: energias renováveis e não renováveis

Andre Luiz Hemerly Costa (UERJ)

  • Diferença, cultura e subjetividade

Felipe Fanuel Xavier Rodrigues (UERJ)

Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)

  • Juliana Maria Bastos Alves
  • Maria Del Carmen Fernandez Corrales
  • Wallace Peres da Silva
  • Diego Nascimento de Jesus
  • Andreia Batista Vieira

Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)

  • Eduardo Ferreira Lima
  • Raquel da Veiga Pacheco
  • Matheus Rodrigues dos Santos

Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC)

  • Eliana Cazetta
  • Jamille de Assis Bomfim

Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT)

  • Jose Carlos Ugeda Junior
  • Celia Gleysi Caetano Okde
  • Joira Aparecida Leite de Oliveira Amorim Martins

Universidade do Estado da Bahia (UNEB)

  • Tarsis de Carvalho Santos

Universidade Federal de Rondônia (UNIR)

  • Victoria Maria Pimentel Neves Costa
  • Jose Juliano Cedaro
  • Alan de Souza Prazeres

Contato

Pró-reitora de Pós-graduação e Pesquisa (PR2/UERJ)
Elizabeth Fernandes de Macedo
E-mail: gabinete@sr2.uerj.br

Departamento de Gestão e Fomento à Pesquisa - DEPGEP

Diretora: Maria del Carmen Fernández Corrales
Equipe: Diego Nascimento de Jesus, Juliana Maria Bastos Alves, Wallace Peres da Silva e William Luiz Vitor
Localização: Pavilhão João Lyra Filho, sala T-029 – Térreo – Bloco F
Telefones: (21) 2334-0335 / (21) 2334-0037
E-mail: pr2uerjinter@sr2.uerj.br

Divulgação Científica

VideoCast + Ciência UERJ

O videocast +Ciência UERJ, promovido pela PR2, busca articular os Ciclos Temáticos associados ao Programa CAPES Global.edu com as pesquisas desenvolvidas pelos docentes dos programas de pós-graduação da universidade, promovendo reflexões sobre os desafios e as oportunidades da internacionalização acadêmica sob a perspectiva da cooperação mútua.

Em breve.

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